Simões prevê pagar 13º e salário de janeiro a servidores antes da posse de Cleitinho

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O governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), anunciou que o 13º salário de servidores do estado será pago ainda em 2026. Simões também destacou que o salário referente ao mês de dezembro será disponibilizado antes da posse do senador e novo governador eleito, Cleitinho Azevedo (Republicanos). As declarações foram informadas em nota divulgada à imprensa nesta terça-feira (27/10)

“O governo de Minas informa que o salário referente a dezembro de 2026, com pagamento previsto para janeiro de 2027, será depositado até 6 de janeiro, conforme anunciado pelo governador. O 13º salário também será pago integralmente ainda em 2026, em data a ser divulgada em breve”, disse.

O governador já havia mencionado que acertaria a folha de janeiro ainda em seu mandato e que pediria para rodar a folha de pagamento de janeiro no último dia útil de dezembro. A declaração foi feita durante a primeira reunião de transição. “Para que a gente não tenha nenhum problema de sobrecarga no início do ano”, justificou Simões na ocasião. O Executivo mineiro tem realizado reuniões com as pastas do estado, transmitidas ao vivo pelo canal do governador no YouTube.

Segundo o informativo divulgado pela equipe de Simões nesta terça-feira, o pagamento dos servidores seguirá a lógica mantida durante a gestão: até o quinto dia útil de cada mês. “Desde agosto de 2021, os salários dos servidores do Poder Executivo estadual são pagos integralmente até o quinto dia útil de cada mês, com antecipação em algumas ocasiões. Essa regularidade será mantida até o encerramento da atual gestão”, consta no comunicado.

Conflitos sobre funcionalismo

Mateus Simões e Cleitinho têm trocado farpas desde a eleição do senador. Um dos temas de divergência envolve justamente funcionalismo público.

No último domingo (25/10), durante uma coletiva de imprensa antes de votar, Cleitinho disse que não deixará os servidores estaduais desamparados e responsabilizou Simões por declarações sobre a situação financeira do Estado. “O próprio Mateus disse na eleição que estava com medo de deixar [o estado] na minha mão, com medo da situação do estado. Mas agora ele está chorando e reclamando, falando que não tem dinheiro nem para pagar os servidores. E é ele que está falando isso”, disse, na ocasião.

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