‘Cerco Fechado’: operação contra facções é a maior da história de MG, diz governo

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Batizada de ‘Cerco Fechado’, a operação desencadeada nesta segunda-feira (1º) pelas Forças de Segurança de Minas Gerais é considerada pelo governo como a maior da história do Estado. A mobilização conta com as polícias Militar e Civil, além do apoio da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A operação ocorre de maneira simultânea em Belo Horizonte, Teófilo Otoni, Uberlândia, Uberaba, Juiz de Fora e Manhuaçu, todas com forte presença de facções criminosas, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na capital, policiais militares e civis estão no Aglomerado da Serra, Cabana do Pai Tomás, Vila Cemig, Morro do Papagaio e Morro das Pedras.

O blindado do Batalhão de Choque, por exemplo, está na Praça do Cardoso, no Aglomerado da Serra, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

“A iniciativa é a maior operação da história do estado no combate ao tráfico de drogas e vai garantir a permanência das polícias em localidades com presença estruturada de facções criminosas”, informou nota do Governo de Minas.

Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp): Rogério Greco;

Comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG): coronel Cleide Barcelos;

Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG): delegada-geral Letícia Gamboge;

Subcomandante-geral e chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG): coronel BM Moisés Magalhães de Sousa;

Superintendente regional da Polícia Federal em Minas Gerais (PF): Richard Murad Macedo;

Superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal (PRF): inspetor Fábio Henrique Silva Jardim.

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